O uso abusivo de substâncias, se não for tratado, pode provocar danos irreversíveis ao paciente e seus familiares, podendo até ser fatal em alguns casos. Quando a pessoa se encontra incapaz de parar de consumir a substância de escolha, mesmo consciente das consequências físicas, emocionais, econômicas, profissionais, legais, morais e sociais, o que pode ser feito?

O consumo constante de substâncias leva o indivíduo a uma má condição física e psicológica. A medida que a pessoa vai utilizando os diversos tipos, o corpo vai se tornando cada vez mais adoecido, tendo como consequência sintomas que afetam o sistema nervoso.

Com o tempo, que varia de pessoa para pessoa, o indivíduo não consegue mais interagir com o outro e altera seu humor, sua maneira de viver e o seu comportamento com a família e a sociedade. É uma doença crônica progressiva e se não for tratada pode provocar danos irreversíveis à pessoa e seus familiares, podendo até mesmo levar a morte.

Qual o tratamento proposto?

O tratamento que oferecemos demanda empenho, determinação e perseverança de toda a equipe de profissionais especializados, do paciente, além do envolvimento familiar.

Nosso método busca dar condições aos pacientes de reconhecerem e controlarem suas fraquezas. Com nossas orientações, encontram uma maneira de solucionar os problemas e desenvolver um sistema de apoio, se prevenindo de recaídas, que por ventura venham a acontecer.

Durante o processo , o paciente passa por avaliações e acompanhamento médico psiquiátrico, psicoterapias individual e em grupo, terapia psico-corporal, arteterapia, orientação familiar, programa de prevenção a recaídas e ressocialização.

Neste processo são realizadas:

  • avaliação e acompanhamento com médico psiquiatra;
  • psicoterapia individual;
  • psicoterapia de grupo;
  • terapia psico-corporal;
  • arteterapia;
  • orientação familiar;
  • programa de prevenção à recaída;
  • ressocialização.

Como ajudar um amigo ou familiar?

Não tente controlar a pessoa ou mascarar o problema. Procure ajuda. São necessários: intervenção e acompanhamento médico. No caso de familiares, mesmo que ele se recuse, é importante a ajuda profissional para sua orientação e suporte

Se você percebe qualquer anormalidade, sofrimento ou comprometimento de ordem psicológica e/ou mental entre em contato conosco.

Com suas informações é possível construir um perfil acerca da sua questão, dando condições favoráveis para a elaboração de um projeto terapêutico individualizado que leva em condição o seu histórico. Em paralelo, esta analise aponta os fatores de risco e de manutenção, o seu grau de envolvimento com o tratamento e a capacidade de manter-se conforme o previsto pelo proposto, tornando-se assim ferramenta essencial para o sucesso do tratamento.

Conte conosco!

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no Brasil, a estimativa é que 5,8% da população seja afetada pela depressão. A doença traz um sentimento de tristeza profunda e perda de interesse pelas atividades e pela vida. Diante deste quadro é preciso a ajuda de um profissional para identificar as causas e estabelecer o tratamento indicado para a recuperação da saúde e bem-estar.

Diante de uma adversidade da vida é normal sentir-se para baixo, triste, mas é importante entender que esta é uma condição momentânea e que se este sentimento tornar-se duradouro, pode ser um dos indícios da depressão. Enquanto a tristeza que surge com o fim de um relacionamento, a perda de um ente querido ou de um trabalho é uma fase importante, que ajudará na reestruturação emocional, a depressão é uma doença.

A depressão se apresenta como:

  • estado de apatia;
  • falta de controle diante da vida;
  • desmotivação;
  • passividade diante de problemas cotidianos;
  • falta de produtividade;
  • incapacidade laboral;
  • tristeza perdurante.

A depressão exigem um tratamento profissional especializado.

Sinais de alerta para depressão

  • Pessimisimo;
  • baixa tolerância a frustração;
  • falta ou excesso de apetite;
  • dormir demais ou ter insônia constantemente.

Como é o tratamento para a depressão?

O tratamento e sua duração é variável. Buscamos junto aos pacientes evitar a volta dos sintomas da doença. Para alcançar esses objetivos, os profissionais da Estância  Resiliência atuam de forma multidisciplinar e buscam identificar os fatores que desenvolveram a doença, ou seja, as reais causa do problema existencial do indivíduo.

Durante o tratamento desenvolvido por nós, o paciente tem acesso à administração de medicamentos, atividades psicoterapêuticas diárias, palestras psico-educativas, arteterapia, terapia ocupacional, terapia psico-corporal e atividades de ressocialização, além de proporcionarmos um espaço terapêutico que afasta o modelo hospitalar manicomial, humanizando o tratamento e mantendo toda estrutura necessária para o cuidado necessário.

Alerta

A depressão pode levar ao suicídio. O suicídio é, atualmente, uma das três principais causas de morte entre os jovens e adultos de 15 a 34 anos, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Os dados atuais da entidade mostram que cerca de três mil pessoas por dia cometem suicídio no mundo, o que significa que a cada 30 segundos uma pessoa se mata. Outro dado alarmante é que para cada pessoa que consegue suicidar, outras 20 tentam. Grande parte de todos esses casos poderia ser evitada.

A ansiedade é uma reação normal, mas para algumas pessoas pode tornar-se excessiva e de difícil controle, comprometendo suas vidas de forma grave. A ansiedade é uma consequência de vários distúrbios que podem causar nervosismo, medo, apreensão e muita preocupação.

Como surge o transtorno da ansiedade?

Os transtornos de ansiedade podem ser causados por vários fatores e, nos dias atuais, acabam sendo bastante comuns em profissionais com rotinas estressantes. Algumas situações como falar em público, passar por um teste e estudar para as provas da próxima semana podem se tornar um sofrimento. Essas reações de nervosismo são normais, mas algumas pessoas vivenciam isso de forma mais frequente e intensa.

Estudos recentes mostram que o desequilíbrio de substâncias químicas produzidas pelos neurônios (neurotransmissores) podem provocar adoecimentos mental e emocional.

São eles:

  • gama-amino butírico;
  • serotonina;
  • dopamina;
  • epinefrina.

A serotonina parece ser especificamente importante na sensação de bem-estar, sendo assim, sua deficiência, está diretamente ligada à quadros de ansiedade e depressão.

Quais os tipos de transtorno da ansiedade?

Existem vários tipos de transtornos de ansiedade, e em cada um deles, podem ser observados diferentes sintomas físicos e emocionais. No entanto, em geral, todos apresentam um excesso em uma prática ou emoção, por exemplo, medo.

Conheça os tipos de transtornos de ansiedade:

  • Transtorno de ansiedade generalizada (TAG).
  • Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).
  • Transtorno do pânico.
  • Pós-traumático – transtorno de estresse (PTSD).
  • Fobia social ou transtorno de ansiedade social.

Os transtornos de ansiedade têm vários sintomas:

  • Medo. A pessoa pode enxergar perigo em tudo.
  • Alimentação inadequada, como acordar para comer e comer em excesso.
  • Alterações do sono.
  • Medo de falar em público.
  • Preocupação em excesso.
  • Nervosismo.
  • Inquietação.
  • Dores musculares.
  • Dores de cabeça.
  • Pensamentos obsessivos constantes.
  • Perfeccionismo.
  • Problemas digestivos.

Qual o tratamento?

Aqui na Clínica Luz da Vida temos como princípio básico de intervenção a especificidade do paciente, levando em consideração seu estado emocional, seu contexto laboral, social e familiar, com enfoque na psicoterapia individual e de grupo combinadas com o acompanhamento psiquiátrico, arteterapia, terapia psicocorporal, psicodramatizações e o que há de mais moderno em intervenção para saúde mental.

A identificação do transtorno deve ser feita por um especialista, assim como o tratamento e o acompanhamento. Como saber se a sua ansiedade é um problema? O ideal é procurar por ajuda especializada. Estamos aqui para ajudá-lo da melhor maneira possível!

Para muitas pessoas atitudes rotineiras podem se transformar em sofrimento. Verificar as portas, aparelhos eletrônicos, registros de gás, limpar a casa e lavar as mãos são tarefas comuns, mas quando se tornam uma obsessão, ao ponto de comprometer a vida social, é preciso ter cuidado.

O que é o transtorno obsessivo-compulsivo?

É um transtorno de ansiedade que faz com que o paciente tenha sentimentos, pensamentos e sensações que os impulsionam a ter determinados comportamentos, que por sua vez, produzem um alívio temporário à ansiedade criada pelos pensamentos obsessivos.

Não são raros os casos em que o paciente reconhece que seu comportamento obsessivo-compulsivo é descabido e fora da realidade e tenta lidar com a compulsão, sem um acompanhamento médico e psicológico adequado, o que gera uma ansiedade mais aprofunda.

O transtorno obsessivo-compulsivo (Toc) é um transtorno comum, duradouro, e suas características principais são a presença das obsessões e compulsões. É uma doença grave que pode levar a incapacitação do indivíduo.

  • Obsessões são pensamentos persistentes e indesejados.
  • Compulsões são comportamentos repetitivos ou atos mentais, em que uma pessoa se sente praticamente forçada a agir e reagir de uma determinada maneira, diante de algumas situações corriqueiras.

Quais os sinais e sintomas do Toc? 

Pessoas com transtorno obsessivo-compulsivo podem ter sintomas de obsessões, compulsões ou ambos. Esses sintomas podem interferir em momentos importantes da vida da pessoa, como no trabalho, escola e relacionamentos.

Os portadores dessa doença sofrem de muitos medos, como por exemplo o de contrair doenças ou cometer falhas. Em virtude desses medos, evitam determinadas situações.  As evitações são as grandes responsáveis pelas limitações que o transtorno traz à tona.

Obsessões

  • Medo de germes ou contaminação;
  • preocupar-se excessivamente com limpeza;
  • revisar diversas vezes as portas, janelas, gás ou o ferro de passar roupas antes de sair de casa ou dormir;
  • pensamentos proibidos ou indesejados envolvendo sexo, religião e danos físicos;
  • pensamentos agressivos em relação aos outros ou a si próprio;
  • simetria e perfeccionismo.

Compulsões

  • Limpeza excessiva e lavagem das mãos;
  • ordenação e organização das coisas de uma maneira específica e precisa;
  • verificar se deixou tudo em ordem;
  • contagem mental compulsiva.

 Os sintomas começam gradualmente e tendem a variar ao longo da vida, em termos gerais, eles pioram após episódios de estresse, nos casos mais graves, o TOC pode ser incapacitante.

Quais as causas do Toc?

Existem dois fatores que podem causar a doença, os fatores biológicos e os ambientais.

Os fatores biológicos podem resultat de alterações nas próprias funções químicas do cérebro ou do corpo. Pode ser uma alteração genética, porém os genes específicos ainda não foram determinados.

Já os fatores ambientais, tais como infecções são sugeridas como um gatilho para o Toc, mas são necessárias mais pesquisas para se ter essa certeza.

 Qual o tratamento do transtorno obsessivo-compulsivo?

Na Clínica Luz da Vida, o tratamento do Toc tem como objetivo principal o controle e o gerenciamento dos sintomas, dando condições do paciente de ter uma vida normal e produtiva. Para isso, utilizamos a intervenção médica psiquiátrica e a psicoterapia individual e/ou de grupo e a orientação familiar, além de exercícios de manejo das obsessões e compulsões.

Se você ou um ente querido sofre com essa doença ou apresenta sintomas do Toc, venha nos conhecer. Contamos com profissionais experientes para ajudá-lo a controlar as obsessões e compulsões. Agende uma consulta conosco!

doença que afeta a saúde mental de muitas pessoas tem como característica a variação de humor e comportamento da pessoa, variando em picos de alta euforia, baixa euforia e depressão. O transtorno bipolar começa tipicamente na adolescência ou início da idade adulta e continua ao longo da vida. Muitas vezes não é reconhecido como uma doença e os pacientes podem sofrer por anos ou décadas sem o diagnóstico.

O que é o transtorno bipolar?

O transtorno bipolar, também conhecido como doença maníaco-depressiva, é uma desordem cerebral que causa mudanças no humor, oscilando entre a extrema euforia, a apatia e o desânimo severo. Os sintomas de transtorno bipolar são graves e são diferentes dos altos e baixos, que normalmente todo mundo passa. Eles podem resultar em diversos danos nos relacionamentos, na capacidade produtiva e, até mesmo, levar ao suicídio.

Sintomas de Episódio Maníaco:

  • Alterações de Humor: Período de grande excitação, sensação de capacidade plena, felicidade exacerbada, baixa tolerância à frustração e irritabilidade.
  • Alterações Comportamentais: Aceleração da fala, euforia, trocas constantes de uma ideia para outra, pensamentos rápidos e intempestivos, facilmente distraídos, inquietação, falta de sono, extrema disposição, crença irreal nas próprias capacidades, impulsividade e comportamento de alto risco.

Sintomas de Episódio Depressivo:

  • Alterações de Humor: Período de excessivamente tristeza, sensação de incapacidade plena, melancolia, desespero, baixa autoestima e, nos casos mais graves, ideação suicida.
  • Alterações comportamentais: Apatia, lentificação motora e cognitiva, excesso ou falta de sono, inquietação,    problemas de concentração, memória e com a tomada de decisões, inquietação e irritabilidade, pensamentos de morte ou suicídio, tentativa de suicídio.

Quais as causas do transtorno bipolar?

Não foi identificada uma única causa. Em vez disso, muitos fatores prováveis e a influência em conjunto podem determinar o adoecimento ou o aumento de risco de desenvolver o transtorno.

Quais os sinais e sintomas do transtorno bipolar?

Pacientes com transtorno bipolar vivenciam experiências intensas de variação de estados emocionais que ocorrem em períodos distintos chamados ‘episódios de humor’. Cada episódio de humor representa uma drástica mudança do comportamento habitual de uma pessoa.

  • Estado maníaco: estado excessivamente alegre ou de extrema excitação.
  • Episódio depressivo: estado extremamente triste ou desesperado.
  • Estado misto: o paciente pode apresentar tanto o episódio maníaco como o depressivo simultaneamente.

Em alguns casos, pacientes com graves episódios de mania ou depressão podem apresentar sintomas psicóticos associados, como alucinações ou delírios, estes sintomas tendem a refletir o tipo de crise sofrida.

Como é feito o diagnóstico?

Em muitos casos o paciente não percebe que tem o transtorno bipolar, é necessário que um familiar ou amigo atento às oscilações de humor e orientado por um profissional especializado busque o tratamento adequado. Sendo assim, veja alguns itens abaixo:

  1. Bipolar I –definido por episódios de mania (euforia) que duram no mínimo sete dias e episódios depressivos que podem durar de duas semanas a vários meses, ambos com sintomas intensos, provocando profundas mudanças de comportamento e conduta.
  2. Transtorno Bipolar II – definido por um padrão de episódios depressivos e episódios hipomaníacos (sintomas de mania menos intensos), sem grandes prejuízos comportamentais.
  3. Transtorno Bipolar III (não especificado ou misto) – existem sintomas da doença, mas não satisfazem os critérios de diagnóstico nem para o tipo , nem para o II. No entanto os sintomas são fora do considerado normal;
  4. Transtorno Bipolar IV (Ciclotímico) – é uma forma leve de transtorno bipolar. As pessoas com ciclotimia têm episódios de mania ou depressivo leve, em muitos casos no mesmo dia, muito comumente confundida com traços próprios de personalidade do paciente.

Qual o tratamento? 

Os profissionais da Estância Resiliência orientam e alertam para o fato de que, se não tratado de forma adequada o quanto antes, podem tornar os episódios mais frequentes e ocorrer o agravamento ao longo do tempo. Além disso, os atrasos na obtenção do diagnóstico e tratamento não correto podem contribuir para problemas pessoais, sociais e laborais sérios. Na maioria dos casos, o tratamento pode ajudar a reduzir a frequência e a gravidade dos episódios.

É bastante comum pacientes com transtorno bipolar, na tentativa de diminuir o sofrimento causado pelos sintomas, utilizarem medicamentos, álcool e outras substância psicoativas, mas as razões para esta ligação não são claras. No entanto, o abuso de substâncias psicoativas pode provocar ou prolongar sintomas bipolares e os problemas de controle de comportamento associados com mania podem resultar em um consumo compulsivo.

Como posso ajudar que tem transtorno bipolar?

Se você conhece alguém que tem transtorno bipolar e isso também tem afetado você, a primeira e mais importante atitude que você pode tomar é ajudá-la a obter o diagnóstico e o tratamento adequado. Talvez seja necessário que você o incentive e apoie o início e a continuidade do tratamento.

Para ajudar um amigo ou parente, você pode:

  • Oferecer apoio emocional, compreensão, paciência e encorajamento;
  • buscar informação, saiba mais sobre o transtorno bipolar e entenda melhor o que seu amigo ou parente está sofrendo;
  • incentive para que dê continuidade ao tratamento;
  • ouça e converse sobre os sentimentos de seu parente ou amigo, isso pode ajudar a identificar a oriegem de um episódio;
  • proponha atividades de distração positiva ao ar livre, como caminhadas, passeios e outras atividades.

Como posso ajudar a mim mesmo se eu tenho transtorno bipolar?

  • Busque ajuda profissional;
  • converse com seu médico e psicólogo sobre as opções de tratamento, prognóstico e siga as orientações destes profissionais.
  • mantenha uma rotina, procure dormir, fazer refeições e outras atividades em horários fixos;
  • invista em boas noites de sono;
  • siga a prescrição médica;
  • procure identificar os sinais que indicam um episódio de transtorno bipolar.

Nós entendemos seus sintomas e sabemos exatamente pelo sofrimento que tem passado. É por isso que fazemos uso dos mais modernos recursos de tratamento para transtorno bipolar, podemos mudar a sua história, ligue hoje mesmo e venha nos conhecer.